24 de fevereiro de 2010
Azúcar del Estero
es que todo se volvió gris,
cerraron la puerta del sendero,
perdieron la gracia del cartero.
Antes eras una flor,
pintabas el cielo de amor,
ahora que no tenés más vuelo,
quedaste tan sola, ¿te vencieron?
Una nube va sin fin
trepando por el verde jardín,
dejá que te envuelva el pensamiento,
volvé a besar tus sentimientos.
In the night just follow me,
just follow me, just follow me.
In the night give me your soul,
I keep it warm beneath my feet.
No te dejes más vencer,
al alma hay que darle de comer,
un poco de azúcar del estero,
un poco de risa y caramelos.
In the night just follow me,
just fall in love, just fall in love...
Lisandro Aristimuño
11 de fevereiro de 2010
10 de fevereiro de 2010
Diamante Verde
A cor verde interna em diamantes deve-se a diversas causas, sendo a mais importante delas a irradiação natural. Acredita-se que esta provenha de minerais radioativos presentes no kimberlito (rocha-matriz do diamante) próximo à superfície ou mesmo de águas radioativas que percorrem o corpo kimberlítico.
O mais famoso diamante verde conhecido é o Dresden, que se encontra atualmente em um museu na Alemanha, na cidade do mesmo nome. A gema apresenta forma de gota, pesa 41 ct e seu local de origem é objeto de intensa polêmica, sendo a Índia ou o Brasil a mais provável fonte.
Há diamantes verdes tratados pelo menos desde a década de 40 e a maior parte dos vistos atualmente no mercado foram submetidos ao processo de altas pressões e temperaturas (HPHT), realizado em vários países, sobretudo nos EUA, Rússia e Suécia. Estas pedras têm coloração verde amarelada e são obtidos a partir de exemplares originalmente marrons. Embora determinadas propriedades gemológicas, tais como a elevada saturação da cor, a presença de graining e fraturas de tensão e a fluorescência verde amarelada gredosa sob UVC e UVL sugiram uma indução da cor pela mencionada técnica, a identificação irrefutável requer ensaios mais sofisticados, tais como espectroscopia de infravermelho e espectroscopia visível de baixa temperatura.
5 de fevereiro de 2010
19 de janeiro de 2010
Pense no Haiti...

O que sobrou dele: ruínas, gente mais miserável, desesperada, faminta, órfã.
E não acabará por aí, muita desgraça há de acontecer: pestes, mais tristeza, mais violência para matar a fome dos que sobraram. Sobras. Por décadas.
E ninguém vai esquecer - estará registrado nos cadernos escolares para nossos filhos e netos aprenderem.
E o que eu tenho com isso? O poder do pensar...do fazer...do mudar o que está errado ao redor.
Afinal, Haiti... não poderia ser aqui?
"...E quando você for dar uma volta no Caribe
E quando for trepar sem camisinha
E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba
Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui" (Haiti,Caetano Veloso)
18 de janeiro de 2010
Armstrongs
Para os esquecidos/desavisados, Luis Armstrong foi um grande trompetista e cantor norte-americano, um ícone do jazz.
Com o mesmo sobrenome e também norte-americano, Neil Armstrong foi o primeiro astronauta(do planeta Terra) a pisar na Lua, cumprindo a missão como comandante do Apollo 11, em 69.
A piada com esta confusão já bastaria se fosse apenas com o personagem Manolito, de Quino. Porém, poucos dias depois de soltar risos com esta tirinha, aparece na tv, numa brincadeira do Silvio Santos, uma mulher respondendo de boca cheia o "LÜÍS ARMSTRONG" (em que deveria ser o nome do 'Neil', por seu feito), com biquinho de francês e tudo(?!?).
Óquei, confusões são normais, e eu as cometo aos montes. Mas que merece uma tira em quadrinhos, merece.
Qualquer
Traço, linha, ponto de fuga
Um buraco de agulha ou de telha
Onde chova.
Qualquer pedra, passo, perna, braço
Parte de um pedaço que se mova.
Qualquer
Qualquer
Fresta, furo, vão de muro
Fenda, boca onde não se caiba.
Qualquer vento, nuvem,
flor que se imagine além de onde o céu acaba
Qualquer carne, alcatre, quilo,
aquilo sim e por que não?
Qualquer migalha, lasca, naco, grão
molécula de pão.
Qualquer
Qualquer dobra, nesga, rasgo, risco
Onde a prega, a ruga, o vinco da pele
Apareça.
Qualquer
Lapso, abalo, curto-circuito
Qualquer susto que não se mereça
Qualquer curva de qualquer destino
que desfaça o curso de qualquer certeza
Qualquer coisa
Qualquer coisa que não fique ilesa
Qualquer coisa
Qualquer coisa que não fixe.
Arnaldo Antunes
12 de janeiro de 2010
6 de janeiro de 2010
30 de dezembro de 2009
Musikadelante!
Sueño, sueño con tocar el cielo
Sueño, sueño, no me importa el tiempo
Y sueño aunque a veces no me encuentro, me pierdo
Sueño aunque a veces no me veo intento
Miro, miro pa delante siempre
Siempre sigo para armar ambiente
Ambiente que no caiga en la trampa de la mente
La mente que te cree muy poco inteligente.
Hay que cruzar el río
Hay que cruzar el mar
Hay que cruzar el puente
El puente hay que pasar
Una mañana enferma
Solo se puede curar
Con el mismo agua que sudas
Al caminar.
E e no me puedo safar
La serpiente me quiere aplastar
Se siente
A los perros ladrar y mi mente
Me puede engañar.
Y es así, Ritmo ardiente
Que te hace mirar
Como te sientes
Esta es la musik que te hace sentir
Esta es la música
Musikadente
Sueño sueño y me desvelo
Para que caiga suerte del cielo.
Vive como quieras que no hay receta
Vive como quieras que no hay manera
Mas que la que vive en tu alma guerrera
Mas que la que se funde en tu primavera
Miro, miro pa delante siempre
Siempre sigo para armar ambiente
Ambiente que no caiga en la trampa de la mente
La mente que te cree muy poco inteligente...
Los Umbanda
http://www.losumbanda.com.ar/
29 de dezembro de 2009
2009 Retrô
Grau de dificuldade: Difícil.
Viagens: BH.,Ouro Preto e 3 vezes Bs.As..
Amigos: Alguns novos. Conservação dos antigos.
Eventos: Poucos, mas com os bons amigos.
Novas doenças: Esofagite e alguns ataques de sinusite.
Coração: Poucas taquicardias. Estrutura conservada.
Terapias: Psicodrama,Body Talk,Bateria e Jorge Drexler.
Reformas: no quarto e na cabeça!
Projetos retomados: Flamenco, percussão e espanhol.
Costume adquirido: Botecos na varanda.
Comida Top: Camarões no Retiro do Pescador.
Balada Top: La Bomba de Tiempo(umas 5 em 2009).
Livro: Os prêmios - Julio Cortázar.
Melhores compras: um cajón,Toda Mafalda e um abajour.
Filme: E se fosse verdade (o mais assistido)
Canção-revelação: Versão por bulería de 'Espanhola'.
Conclusão relâmpago: foi melhor que 2008.
Frase do ano: "É na merda que a gente cresce".
QUE VENHA O PRÓXIMO!
28 de novembro de 2009
Save Ferris!
27 de novembro de 2009
Lençol de Casal
O hálito roça o dente,
O dente roça o pêlo,
O pêlo roça a pele,
A pele roça o corpo,
O corpo roça a alma e a alma roça o mundo
E esse negócio de alma na alma é profundo
É o "tete no tete"
Debaixo da Lua, da noite,
do Sol, da manhã,
da bomba nuclear
Eu só quero um amor e um lençol...
O mundo pode acabar!
24 de novembro de 2009
18 de novembro de 2009
Heitor Villa Lobos
Disse ele:
"Sim, sou brasileiro e bem brasileiro. Na minha música eu deixo cantar os rios e os mares deste grande Brasil. Eu não ponho mordaça na exuberância tropical de nossas florestas e dos nossos céus, que eu transponho instintivamente para tudo que escrevo".
Deliciamo-nos com a minha predileta: O Trenzinho Caipira!
28 de outubro de 2009
23 de outubro de 2009
13 de outubro de 2009
Não Sei
Não sei...
Não sei...
se a vida é curta ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita.
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
não seja curta, nem longa demais
Mas que seja intensa
Verdadeira, pura ...
Enquanto durar.
Cora Coralina
9 de outubro de 2009
Conto Moderno da Formiguinha
30 de setembro de 2009
Sem
No mero instante de pensar-te
E o pensamento, na dor escondida
Que corta o pulso, que jorra tinta
No quadro rubro da sorte.
Lanço-me ao delírio de querer-te
De par em par, de mãos ao deleite
De ouvir-te ao som que queiras fazer
Do beijo secreto, puro por merecer
Por mais ardor de entregar à própria morte.
A luz que por ora recria
O sano; desmancho a nostalgia
Desejar-te seria mais que afago: Implodo
De pouco a pouco que a fruta sacia.
Melhor a brasa que logo apago
Do que a dor de ter que ser forte um dia.






